Uma agência boa em entregar, ruim em mostrar.
O Makkro começou dentro da Razzo, uma agência de software que abriu as portas como a maioria abre: gente que sabe construir, resolvendo problema de cliente. A parte técnica nunca foi o gargalo.
O problema estava em tudo que acontecia em volta da entrega. O briefing morria no PDF do kickoff. A regra combinada em call virava lenda oral — três pessoas lembravam três versões, e a divergência só aparecia na homologação, quando já custava caro.
O status do projeto morava em quatro lugares ao mesmo tempo, nenhum deles atualizado. E o cliente, sem informação, fazia a única coisa que dava para fazer: cobrava.
